Histórico

O Grupo Laugi, fundado pelo regente e arranjador Paulo Santos, produz música de qualidade, com o objetivo de emocionar o público. A proposta do Grupo é fazer música popular de maneira diferenciada, ao unir vários estilos musicais e explorar as características de cada um deles.

O Laugi canta do soul funk brasileiro ao hard rock americano, passando pelo samba de raiz e pela MPB. Os ousados arranjos apresentados pelo Laugi são do Diretor Artístico do Grupo, Paulo Santos, que, com talento inegável, proporciona ao público sensações inesperadas e inesquecíveis.

No ano de 2004 surgiu o Coral Laugi com a proposta de ser o “novo coro da cidade”. Em 2006, foi fundada a Associação Artística Laugi, entidade jurídica sem fins lucrativos. A partir da aprovação do seu mais recente estatuto, em 2010, surge o Grupo Laugi – Performance Vocal, que conjuga dança, interpretação, percussão corporal à produção musical, quebrando paradigmas em relação aos formatos vocais tradicionais. O Grupo é formado por cantores profissionais e amadores, que veem na música uma forma de realização e um meio de levar à plateia uma proposta artística singular.

O primeiro grande espetáculo realizado pelo Coral Laugi foi o Laugi In Concert, na Sala Funarte Plínio Marcos, em novembro de 2005. O show apresentou peças eruditas contemporâneas ao lado da música pop nacional e internacional.

No ano seguinte, foi produzido o Sutil Conserto, com “s” mesmo, pois deu nova roupagem ao show anterior, com reestruturação musical e cênica, interpretações inéditas e novos integrantes. O espetáculo foi transmitido na programação da TV Senado.

No início de 2007, a Associação Artística Laugi participou do show da Banda Shemah!, na Sala Martins Pena do Teatro Nacional, e do Jogo de Cena Mulher, no Teatro da Caixa. Em julho do mesmo ano, realizou o espetáculo Laugi Convida, no Teatro dos Bancários, que conquistou grande sucesso de público, além de gravar o programa Conversa de Músico, a convite do apresentador, o Maestro Lincoln Andrade, para a TV Senado. Em agosto, realizou o Espetáculo L, na Sala Martins Penna do Teatro Nacional Cláudio Santoro. Mais uma vez mostrou ousadia, ecletismo e qualidade artística ao público. Em dezembro do mesmo ano, a Associação participou do projeto Natal nas Cidades do DF, promovido pela Secretaria de Cultura do GDF. Além de levar música diferenciada a nove Cidades Satélites de Brasília, o grupo foi convidado a participar da Cantata de Natal na Esplanada dos Ministérios, onde simplesmente parou o lotado gramado durante suas apresentações. Em outubro de 2008, realizou o espetáculo Jeito Brasileiro!, na Sala Funarte Plínio Marcos, em que retratou várias faces da arte brasileira.

Em maio de 2011, o já formado Grupo Laugi – Performance Vocal apresentou pela primeira vez, no Teatro Nacional de Brasília, o show Nosso Jeito, que reuniu público de mais de 650 pessoas. Sob a direção cênica de Luciana Martuchelli, no espetáculo, foram empregados recursos teatrais e audiovisuais nas interpretações dos arranjos de Paulo Santos para canções populares de diversos estilos. O Grupo mostrou para Brasília o jeito do Laugi de fazer música e em breve lançará o DVD com o registro do espetáculo.

No mesmo ano, o Grupo Laugi – Performance Vocal também teve o prazer de homenagear o Maestro João Carlos Martins em evento realizado pelo Colégio Leonardo da Vinci, no Centro de Convenções Ulysses Guimarães, em Brasília. O encontro reuniu pais e alunos, que se emocionaram ao ver o Maestro reger o Grupo na interpretação do arranjo de Paulo Santos para a música Beatriz, de Chico Buarque e Edu Lobo. Em dezembro, o Grupo participou dos Melhores Momentos do Jogo de Cena de 2011, com a apresentação de cenas do show Nosso Jeito, e mostrou diferentes arranjos de músicas natalinas para a comunidade de Recanto das Emas, no Distrito Federal.

Em 2012 surge o Laugi7, trabalho paralelo da Associação, que reúne um grupo de sete cantores e arranjos adaptados para a nova formação. O Laugi7 é um grupo vocal que desenvolve um trabalho voltado principalmente para a dinâmica das vozes que compõem os arranjos, explorando a individualidade de cada uma delas.